domingo, 6 de março de 2011

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA E ESCRITA DIÁRIA


LEITURA DE UM CONTO DE FADA PELO PROFESSOR


PARA QUE A CLASSE AMPLIE O REPERTÓRIO E COMPARTILHE

IDEIAS SOBRE O TEXTO COM SEUS PARES


Condições Didáticas Gerais

• Realização de situações em que o professor compartilha e explicita os diferentes aspectos do seu comportamento leitor;

• Realização de situações de escuta atenta de textos lidos em voz alta;

• Realização de situações em que os alunos se sintam autorizados a construir suas próprias interpretações de forma autônoma sem interferência ou condução da interpretação do professor;

• Realização de leitura do texto integral, sem resumi-lo ou simplificar o vocabulário;

• Realização de momentos de discussão, a partir da escuta de textos em voz alta, em que tenham que dar suas próprias opiniões.


Condições Didáticas Específicas

• Realização de situações de escuta de contos de fada que favoreçam a troca de opiniões com seus pares num clima de respeito;

• Realização de diferentes situações de contato com o gênero conto de fadas através da audição de CDs, leitura do próprio aluno, recontos, leitura de várias versões.


O que considerar para planejar

• No planejamento dessa situação didática o professor:

• Seleciona o texto que será lido em função do objetivo que se tem e dos conhecimentos prévios dos alunos que serão úteis para sua compreensão;

• Seleciona textos de qualidade literária, que possibilitem o resgate da seqüência, do encadeamento de seus acontecimentos e da apropriação de recursos próprios e características dos contos;

• Prepara a leitura em voz alta de forma a garantir uma boa compreensão dos ouvintes;

• Planeja a situação selecionando, previamente o texto marcando os recursos lingüísticos que enriquecem a história: dando entonações em determinadas passagens, fazendo as vozes dos diferentes personagens, interpretando os sentimentos dos personagens (tristeza, alegria, raiva) além de garantir uma boa fluência da leitura;

* Define as informações que deverão ser apresentadas antes da leitura;

• Antecipa algumas intervenções que favoreçam a participação ativa dos alunos; elabora previamente perguntas, comentários e observações a serem feitas durante e após a leitura, antecipando possíveis dúvidas que o texto possa suscitar;

• Antecipa dúvidas que possam surgir, elencando relações que podem ser estabelecidas, elaborando questões que permitam aos alunos ampliar seu universo de conhecimentos sobre o gênero desafiando-os a pensar, emitir opiniões e estabelecer relações;

• Define como irá mostrar as ilustrações: se isso acontecerá durante a leitura, após a leitura ou por meio de pausas feitas para este fim;

• Arruma o espaço e define o posicionamento do professor e alunos de forma a garantir uma boa audição, visibilidade do professor e uma interação prazerosa e confortável.

Intervenções que podem ocorrer durante a aula:

• Ao apresentar o texto a ser lido, o professor situa os alunos em relação ao mesmo, compartilhando as razões pelas quais a leitura será realizada (para conhecer uma nova história, para comparar com uma outra versão da mesma história) ajudando os alunos a dirigirem sua atenção para o propósito da leitura;

• Se estiver lendo um texto novo, o professor cria expectativas sobre a leitura que está sendo realizada, fazendo algumas perguntas sobre a continuidade da história para que os alunos façam antecipações e interferências: Quem será que vai ajudar a Chapeuzinho? Como o caçador vai salvar a vovó?;

• Realiza pausas no decorrer da leitura e faz perguntas que induzam os alunos a tirarem conclusões a partir das informações já fornecidas pelo texto até aquele momento para fazer interpretações: por que fulano está agindo assim? Ou: O que você faria numa situação como essa?;

• • Se os alunos não compreenderem o texto lido ou perderem alguma parte dele, o professor levanta questões que os façam tirar conclusões a partir do que compreenderam. Pode também reler trechos anteriores ou subseqüentes que favoreçam o entendimento do trecho não compreendido; pode remeter a pergunta ao grupo ou a um outro aluno para que outras crianças possam se manifestar e expressar suas opiniões;

• Se o conto for longo, para garantir a atenção e o envolvimento do grupo, o professor pode interromper a leitura no momento de maior suspense e usar esta interrupção como estratégia para criar nos alunos o desejo de continuar ouvindo a história;

• Se os alunos não entenderem alguma palavra ou expressão, o professor cria oportunidades para que eles procurem inferir o significado a partir do contexto. Para isso, por exemplo, relê o trecho e pede que os alunos tentem descobrir o significado daquela palavra ou expressão;

• Após a leitura, realiza uma roda de conversa com seus alunos sobre as suposições feitas durante a realização da leitura, o que levou cada um a pensar daquela forma etc;

• Após a leitura, também, pede que os alunos retomem a seqüência da história a partir das ilustrações, por exemplo;

• Compartilha com os alunos as qualidades textuais do conto lido – o fato de estar bem escrito, de possuir recursos lingüísticos específicos do gênero, de trazer informações precisas etc. e suas impressões sobre ele;

• Se os alunos, após a leitura não expressarem seus comentários e suas opiniões espontaneamente, alimenta a conversa falando o que achou do texto lido; fazendo perguntas mais dirigidas (qual a personagem mais engraçada, por exemplo, ou o que vocês fariam se fossem o fulano);

• Se o texto possui ilustrações que trazem informações não contidas no corpo do texto, chama a atenção dos alunos para este fato e conversa sobre isso.



Fonte: Referencial de Formação de Professores. São Paulo: CEDAC / Centro de Educação para a Ação Comunitária, 2002.





http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/Documentos/BibliPed/EnsFundMedio/CicloI/GuiaEstudo/Bloco7_LeituraPeloProfessor.pdf

SUGESTÕES - ATIVIDADES DE ESCRITA

É importante reconhecer que na escola, a escrita serve para comunicar informações, para tomar notas e ajudar a memória, para listar as atividades do dia, para publicar um livro de histórias, uma seção de dicas de leitura etc. Enfim, são muitas as situações em que a escrita aparece com sentido, com finalidade social real, explícita e clara para os alunos.

Nas situações de escrita para a construção do sistema ou para construção da linguagem escrita deve-se garantir:

a. conhecimento da situação de produção do texto: interlocutores, gênero, lugar social ocupado pelos interlocutores, lugar social onde circulará o texto, instituições sociais em que o texto circulará, portadores, a finalidade com que será escrito.

b. atividades de ensino que repertoriem os alunos quanto ao contexto de produção do gênero solicitado.

c. oportunidade para que os alunos vivenciem os procedimentos da escrita (planejar, escrever, revisar, reescrever).

(...)

Sugestões de Atividades


Escrita de listas

• Rotina do dia.

• Materiais que devem trazer todos os dias.

• Fatos vivenciados no dia para o diário pessoal.

• Cartazes para o mural que comporão os referenciais de escrita (dias da semana, meses do ano, aniversariantes do mês, os melhores livros lidos, histórias de terror etc.).

• Personagens de determinado conto.

• Cardápio do dia na escola.

• Cardápio desejado pela turma.

• Jogos conhecidos.

• Jogos dos familiares.

• Título do texto lido no dia.

• Lista dos cinemas, parques e outros pontos de lazer mais próximos.


Outros gêneros

• As adivinhações preferidas da turma.

• O poema que mais gostaram, ou um trecho dele.

• Uma curiosidade sobre um animal, cuja reportagem foi lida.

• Uma quadrinha que a turma decorou.

• Regras de jogos.

• Ficha do animal.

• Ficha técnica de um planeta.

• Ficha dos livros da caixa literária / registro dos empréstimos.

• Dica de leitura de um livro.

• Dica de atividades culturais da semana.

• Legenda de uma fotografia/imagem para o mural de curiosidades.

• Notas sobre o estudo de determinado tema.

• Notas sobre uma estratégia de resolução de um problema para socializar como os colegas.

• A 4ª capa de um livro lido pela professora.

• Pequena biografia de um autor conhecido.

• Títulos e subtítulos para textos lidos.



Como vocês já sabem, em muitas das situações sugeridas há a necessidade de construir uma pequena sequência de atividades que explicite as características dos gêneros solicitados para produção.



:: Sugestões da Equipe CENP/ SEESP

ATIVIDADE PERMANENTE - LEITURA DE CONTOS TRADICIONAIS




Ler histórias para crianças é uma prática importante para despertar nelas a curiosidade e a imaginação, como também para estimulá-las a refletir sobre temas delicados e complexos da experiência humana. Esta prática, se regular, faz com que as crianças construam um repertório de histórias, aprendam como funciona a linguagem que se usa para escrever, mas, principalmente, encontrem espaço para expressar seus medos e inquietações.



A seguir, avalie algumas sugestões para organizar com sua turma uma Atividade Permanente de Leitura. A proposta é que sejam ações que se repitam de modo regular (por exemplo, diariamente ou semanalmente), com a finalidade de permitir a convivência freqüente e intensa com diferentes gêneros de textos, proporcionando aos estudantes oportunidades de experimentar variados modos de leitura, desenvolvendo, assim, estratégias diversificadas de leitura.


1. Leitura e troca de impressões: Selecione quatro histórias: uma para ser lida na segunda-feira; outra, na terça-feira; outra, na quarta-feira uma última para a quinta-feira. Proceda à leitura em voz alta da história e, após concluí-la, promova uma conversa para que os estudantes troquem impressões a respeito do conto ou relatem experiências pessoais relacionadas ao tema das histórias lidas, como a raiva, a inveja, o medo, a compaixão etc.

2. Entendendo um Sumário: Desafie-os a localizar em que página está a história que você vai ler naquele dia (providencie cópias do sumário do livro para realizar a atividade).


3. Ficha de Apreciação: A cada dia, após a leitura, peça aos estudantes para registrar o título da história na ficha de apreciação (conforme o modelo abaixo), assinalando a coluna correspondente à avaliação que fizeram da história: gostaram dela, não gostaram?





Os dez títulos relacionados na tabela,  como exemplo, fazem parte do livro Histórias à Brasileira. Pedro Malasartes e outras, recontados por Ana Maria Machado, Companhia das Letrinhas (PNBE 2005 /Acervo 06).

Na sexta-feira, proceda à escolha da história preferida da turma para ser lida outra vez. Chame esse dia de “Vale a pena ler de novo”. Ler várias vezes uma mesma história é importante para que os leitores iniciantes aprendam a diferença entre ler e contar uma história: ao ler, as palavras não mudam, são sempre as mesmas; ao contar, acabamos usando outras palavras e a história nunca sai exatamente igual.


:: fonte: Revista Leitura's (MEC)



LER PARA CRIANÇAS NÃO É A MESMA COISA QUE CONTAR HISTÓRIAS PARA CRIANÇAS...




Ler para crianças pequenas (bebês e até barrigas de qualquer idade estão incluídos) não é a mesma coisa que contar histórias para as crianças. São atividades muito diferentes e muito importantes em suas diferenças.

CONTAR é isto: você pode contar histórias que aconteceram com você, com seus amigos e familiares, coisas que você ouviu outras pessoas contarem, “casos” que são contados por seu avô e o avô de seu avô... De boca em boca, coisas que fazem parte do que chamamos de Tradição Oral. Você pode inventar histórias alegres, tristes e engraçadas, ou pode recontar famosas histórias infantis como o O Chapeuzinho Vermelho e Os Três Porquinhos. E com certeza cada um conta um pouquinho diferente. Ou, ainda, você pode montar uma história com as crianças, tornando a criação uma atividade interativa. Toda essa variedade de formas de contar histórias pode ser praticada com total liberdade na sua expressão vocal, facial e corporal. Você pode usar músicas, desenhos, roupas e qualquer acessório que quiser para dar um colorido especial para suas histórias. Certamente, você já notou que algumas pessoas têm mais facilidade que outras para contar histórias...



LER é outra coisa: ler em voz alta é servir como ponte entre o livro e a criança. Como a pessoa que lê fica no meio entre dois elementos – o livro e o ouvinte –, muitas vezes chamamos o "ledor" de mediador, exatamente para diferenciá-lo do contador de histórias. Ao ler, é preciso ser fiel ao texto escrito. Não dá para mudar as palavras. Isso não significa que sua leitura deva ser monótona e sem cor. As variações na sua voz, o ritmo da leitura, com sons e silêncios, vão dar cor e temperatura à leitura, fazendo com que o livro fique vivo.

* excerto do texto "Por que sim não é resposta: 7 bons motivos para ler para crianças pequenas", de Lucila Pastorello.

http://alfabetizacaoecia.blogspot.com/2011/03/para-refletir.html



A Literatura na educação Infantil



Leitura é um momento mágico, onde expressamos nossos sonhos, desejos e damos asas ao nosso imaginário, cada mundo que criamos é uma porta que abrimos para o desenvolvimento da leitura e escrita. Mas como incentivar a leitura nas crianças que ainda não conhecem se quer as letras do alfabeto?

Vamos entender...

A criança na educação infantil encontra-se na fase de sua pré-leitura, que é um período pré operatório para a fase de leitura. Nessa fase as crianças aprendem e desenvolvem capacidades e habilidades da sua linguagem oral, construção dos símbolos e também o desenvolvimento de sua percepção onde permitem a relação de suas palavras com as imagens.

Nessa fase os interesses da criança estão na contação de histórias mais curtas, onde se interessam mais por livros com muitas imagens e pouca escrita, onde se permite a descoberta da linguagem visual muito antes da verbal.

As crianças se interessam também por histórias mais longas, aquelas contadas por adultos, que tratam do cotidiano infantil, o papel do professor nessa fase importantíssimo, por isso que devemos ter muito cuidado em saber selecionar as histórias ideais para as crianças, histórias que tenham conteúdo educativo, que façam parte também do seu dia a dia.

Mas, não só o desenvolvimento da leitura deve ser desenvolvido professor como também os pais deve ser peça chave para o auxilio do desenvolvimento da criança.

Pensando nisso, procurei desenvolver um projeto de leitura para todo o ano letivo, onde a participação dos pais nas atividades de casa e na escola serão parte integrante para a execução do projeto de leitura.

Autora: Andreza Santos Florencio de Melo Menezes


Projeto de Incentivo Leitura: Era uma vez...



Autora: Andreza Menezes

Para crianças de ainda não alfabetizadas ou não letradas.

Duração: Todo o ano letivo


Objetivo Geral:

- Desenvolver a leitura para crianças ainda não alfabetizadas;


Objetivos Específicos:

- Incentivar a leitura simbólica e visual de forma lúdica;

- Desenvolver e despertar o gosto pela leitura e o desenvolvimentos das histórias com inicio meio e fim;

- Proporcionar um ambiente integrador e estimulador onde a criança será o papel principal no desenvolvimento de sua oralidade;

- Aplicar atividades para casa, onde os pais terão que auxiliar as crianças no desenvolvimento de suas atividades;


Plano de ação:

- Nosso Livro de desenhos de Histórias: O professor ficará responsável por confeccionar uma caderno de desenhos onde a cada dia o professor dará a uma criança para levar para casa sempre a mesma história, esse caderno ficará fazendo rodízio nas casas das crianças e os pais terão que contar a história aos seus filhos e depois os filhos terão que desenhar numa página do caderno

- A Hora do Conto: Uma vez por mês os professores terão que escolher um tema para montagem e apresentação de teatro para as crianças;

- Uma vez por mês os pais terão que participar do momento de leitura com as crianças, eles mesmos poderão escolher o tema e um livro para ler e desenvolver atividades com elas com o auxilio e acompanhamento do professor. (O bom mesmo é que o pai dê essa aula numa sala que seja diferente da sala do seu filho, pois muitas vezes eles ficam enciumados e não permite aos pais a execução do seu plano de aula, mas isso fica a critério dos professores);



Avaliação

No processo avaliativo todas as observações são válidos perante o desenvolvimento da criança, dependendo da situação o professor poderá desenvolver atividades que estimule determinadas habilidades que necessitarão ser trabalhados durante a execução desse projeto.

O processo avaliativo da criança é continuado, observe os seguintes pontos:

Ela participa das atividades de leitura?

Está desenvolvendo suas habilidades motoras, se seus desenhos estão evoluindo?

Presta atenção nas histórias e argumenta suas dúvidas?

É questionadora?

Seu comportamento perante as histórias é de entusiasmo?



Dicas

- É sempre bom trabalhar com massinha de modelar, após contar uma história dê a crianças um momento de lazer para representarem os personagens nas massinhas;

- Após o conto que tal uma roda de conversar com a criança sobre a história, peça que ela contem a sua verão, vai sair cada história! Esse momento proporciona segurança aos alunos;

- Inove sempre, traga objetos, coisas novas para sala de aula. Leve insetos, passarinho e tudo mais que você achar interessante, trabalhe o tema, elas adoram novidades;

- Evite passas filmes longos;

- Evite histórias complexas que sejam tristes, pode frustrar a criança e deixá-la com medo de determinadas situações;



O PEQUENO PRÍNCIPE


Vim postar sobre o projeto que resolvi realizar este semestre:

Explorando o universo de O PEQUENO PRINCIPE de Antoine de Saint-Exupery. Lemos o livro de forma capitulada e assistimos o filme e o Pequeno Príncipe passou a fazer parte de nossas conversas diárias. O seu universo é tão delicado e lida tanto com a afetividade, tema recorrente neste blog, que a terceira série que leciono resolveu adotar sua postura tão pura em busca de conhecimentos e de auto-conhecimento.

Estamos produzindo um livro coletivo com textos feitos pelos alunos dos temas que observamos no livro:

Biografia do Autor

Informações sobre a Jibóia, a Raposa, o Elefante, a Serpente

Textos científicos sobre os Vulcões

O que é o Alcoolismo e quais suas consequências ?

Informações sobre a Rosa e métodos de plantação

O que é monarquia?

O que é a gravidade?

O Sistema Solar

Lista de qualidades de um bom governante

O que é um musical?

Autoria de músicas sobre o universo de O Pequeno Príncipe

Produção de textos instrucionais (Como fazer um avião com material reciclado, Como fazer rosas de origami, etc.)

Produção de livro individual de textos que chamaram a atenção do aluno com relação ao universo de O Pequeno Príncipe

Musical produzido pelos alunos utilizando tecnologias diversas

Mostra sobre o Universo de O Pequeno Príncipe

Os alunos sentiram uma ligação muito forte com o livro e todos os dias comentam coisas novas sobre o conhecimentos adquiridos durante a leitura e suas pesquisas complementares. Estarei postando algumas produções dos meus alunos.

http://letramentoeafetividade.blogspot.com/2010/03/o-pequeno-principe.html

DADO PARA INTERPRETAÇÃO DE TEXTO E HISTÓRIA







Uma caixa de papelão do mercado

arrumE em forma de um dado (medidas iguais)

encape com eva



Em cada parte do dado uma pergunta

um comentário

nas fotos tem sugestão

mas vocês tbm podem criar outras perguntas


É Contar história

E logo em seguida as crianças

jogam o que cair é para\fazer.




Sugestões de atividades - Nível pré-silábico

As atividades sugeridas abaixo irão pre¬parar a criança para um melhor desempe¬nho nas atividades escritas e darão suporte durante todo o processo de alfabetização.

- Trabalho intenso com os nomes das cri¬anças, destacando as letras iniciais – ativi-dades variadas com fichas, crachás e alfa¬beto móvel.

- Contato com farto e variado material escrito – revistas, jornais, cartazes, livros, jo¬gos, rótulos, embalagens, textos do profes¬sor e dos alunos, músicas, poesias, parlendas, entre outros.

- Observação de atos de leitura e escrita.

- Audição de leitura com e sem imagem – notícias, propagandas, histórias, cartas, bi¬lhetes etc.

- Hora de leitura – livros, revistas e jor¬nais à escolha da criança.

- Atividades de escrita espontânea – lis¬tas, relatórios, auto-ditado.

- Atividades para distinção de letras e numerais.

- Manipulação intensa do alfabeto móvel.

- Desenho livre, pintura, modelagem, re¬corte, dobradura.

- Caixa com palavras ou nomes significa¬tivos – de cada aluno ou da classe.

- Classificação de palavras ou nomes que se parecem – as que começam com a mesma le¬tra, as que possuem o mesmo número de le¬tras, palavras grandes e pequenas etc.

- Memorização de como se escrevem al¬gumas palavras (fonte de conflito).



Jogos diversos

- bingo de letras, de iniciais de nomes, de nomes e outros,

- memória de letras, nomes, desenhos;

- dominós associando nomes e iniciais, desenhos, letras;

- baralho de nomes, figuras;

- quebra-cabeças variados com gravuras, nomes, letras;

- pescaria de nomes, letras iniciais ou de letras do alfabeto.



Jogos com cartões

- parear cartões com nomes iguais;

- parear cartões com desenhos;

- parear cartões com letras.



Jogos com o alfabeto móvel

- cobrir fichas ou crachás;

- formar o próprio nome e os dos colegas à vista do modelo;

- separar e agrupar letras iguais;

- classificar letras segundo número de aberturas e hastes, partes fechadas e hastes, curvas ou retas.



Álbuns

- de rótulos e embalagens;

- de nomes e retratos ou auto-retrato;

- da história de vida da criança.



Jogos e brincadeiras orais

- com rimas;

- adivinhações;

- telefone sem fio;

- hora de surpresa;

- recados orais;

- jornal falado.



Outras atividades e brincadeiras

- leitura de poesias e quadrinhos, parlendas, músicas etc.

- planejamento da rotina do dia;

- avaliação dos trabalhos do dia;

- relatório oral de experiências;

- histórias mudas;

- produção de texto oral – coletivo;

- conversa informal;

- correio;

- etiquetação de objetos;

- estudo e interpretação de gravuras;

- jogos de atenção;

- análise e síntese de palavras;

- interpretação oral de textos;

- reescrita com representação através de desenhos do texto trabalhado;

- reconto e reescrita de histórias;

- auto ditado e escritas espontâneas.



Fonte: http://www.rota83.com/sugestoes-de-atividades-para-o-nivel-pre-silabico.html


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