quarta-feira, 28 de julho de 2010

Escola e família

Dez questões atuais sobre o relacionamento


professores/pais/comunidade1) História da educação


Para compreender a escola, é necessário conhecer o processo social

que lhe deu origem. A educação era uma atividade exclusivamente familiar.

Mas. quando a sociedade deixou de ser artesanal e se tornou industrial, foi

preciso criar uma instituição que se responsabilizasse pela educação, assim

como as roupas que as próprias famílias faziam passaram a ser produzidas em

larga escala num estabelecimento chamado fábrica.

Basicamente, temos dois tipos de escola:

a) a do tipo religioso: surgiu na Alemanha, com a reforma protestante de

Martinho Lutero, e é marcada por uma forte influência da família, que

considera a escola como um bem seu, como uma extensão da casa.

b) a cívica: surgiu na França, com Napoleão, que decidiu universalizar a

educação e, com isso, deu origem às atuais políticas públicas de ensino.

Ocorreu então a passagem da escola como extensão da família, às

vezes complementada por um professor particular, no caso dos ricos, para a

escola comunitária, destinada à massa trabalhadora, ou escola compulsória,

para a qual a família entregava os filhos e dava a delegação de educá-los.

2) A educação como responsabilidade do Estado

A Lei de Diretrizes e Bases (9.394, de 20/12/96) estabelece no artigo 1°

que a educação abrange todos os processos formativos (família, trabalho,

movimentos sociais, organizações da sociedade, manifestações culturais). O

artigo 2° estabelece que a educação é um direito de todos e um dever do

Estado; deve ser baseada nos princípios de liberdade e nos ideais de

solidariedade; e deve proporcionar uma preparação plena para a cidadania e o

trabalho. O artigo 12 estabelece os deveres da escola; o 13, os deveres do

professor, e o 14, a gestão democrática da escola.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069, de 13/07/1990),

também trata do assunto, nos artigos 53 a 58 (direito à educação; deveres do

Estado; deveres dos pais; atuação do Conselho Tutelar; política de inclusão;

contexto sociocultural).

3) O professor diante das novas configurações da família

Nos últimos tempos, a família vem assumindo papel de destaque em

diversas manifestações da sociedade. Na saúde, consolidou-se o Plano de

Saúde Familiar, mais conhecido como médico de família. No social, destacamse

os vários planos de complementação de renda, conhecidos como bolsafamília,

bolsa-escola etc. Seria natural, portanto, que ela tivesse um papel de

destaque também na educação.

Mas de que família estamos falando? Na sociedade moderna, ela vem

assumindo diversas configurações para além do núcleo pais/filhos. Temos, por

exemplo: 1) a família ampliada (tios e/ou avós morando juntos); 2) a família de

homossexuais com filhos adotados; 3) as famílias comandadas só por

mulheres ou só por homens; 4) as famílias em que convivem meio-irmãos

(filhos só do pai ou só da mãe); 5) as famílias de padrastos de pais vivos (o

segundo marido ou a segunda mulher vivendo com os filhos da relação anterior

do cônjuge); e assim por diante, numa relação que pode chegar a mais de 30

tipos.

Essa diversificação do núcleo familiar, sobretudo depois que a mulher

deixou o lar e foi para o mercado de trabalho, gerou uma participação maior do

professor na educação não-escolar do estudante, em que ele substitui os pais

em determinadas tarefas. Tal exigência levou a uma queixa geral dos

professores de sobrecarga de trabalho.

A educação é um processo global, que se dá não só na família e na

escola, mas em toda a sociedade. Portanto, não é só conteúdo, currículo.

4) As responsabilidades da família no processo educacional

A atuação da família na escola deve ser complementar à ação

educativa. Jamais deve funcionar como substituta da escola que não assume

suas responsabilidades e tenta passá-las para os pais.

A escola precisa dos pais, mas deve ser agradável para atraí-los. Com

isso, destruirá o mito de que os pais não gostam de participar das atividades

escolares ou não têm tempo para fazê-lo. Pesquisas mostram que os pais,

sobretudo os das classes menos favorecidas, valorizam a escola, até como

uma forma de dar a seus filhos o que não tiveram.

Os pais não precisam ser cultos. Podem e devem dar, principalmente,

exemplos de vida. Os melhores exemplos de integração escola/família estão

entre as comunidades mais participativas, ainda que menos favorecidas

economicamente, e não entre as mais instruídas.

Um dos exemplos de escola que não assume suas responsabilidades é

a que se dedica apenas aos alunos que já vêm prontos, com bagagem cultural

anterior, e, por isso, são os que se destacam e passam facilmente de ano. O

aluno com dificuldade de aprender, que deveria receber maior atenção, passa

a ser apontado como culpado de seu próprio fracasso, e não a escola.

Em muitos países, os pais vêm o envolvimento na escola como um

direito democrático; em alguns, como França, Alemanha e Dinamarca, é uma

norma. O conceito de contabilidade – que torna públicos os sucessos e

fracassos e as questões financeiras das escolas – foi implantado na Inglaterra,

no Canadá e nos Estados Unidos.

Os governos sabem que o envolvimento dos pais ajuda a elevar

parâmetros. Estudos feitos na Austrália, na Inglaterra e nos Estados Unidos

mostram que as escolas nas quais os alunos são bem sucedidos (tanto em

termos de sucesso acadêmico como de atitudes positivas face à

aprendizagem) são caracterizadas por boas relações casa-escola.

Na Inglaterra e no País de Gales, as escolas devem fornecer aos pais

informações detalhadas sobre o programa curricular; o desempenho

acadêmico da escola em comparação com as outras da área e com a média

nacional; e o aproveitamento dos alunos em relação a parâmetros nacionais.

No Canadá, algumas províncias instauraram comissões de consulta a pais e

nos Estados Unidos decidiu-se incluir os pais nessas comissões.

Na Dinamarca, França, Alemanha, Irlanda e Espanha, os pais têm

assento em comissões decisórias, em nível estatal e nacional. As escolas são

vistas como unidades autônomas e os conselhos escolares têm influência na

tomada de decisões, até mesmo em relação ao currículo. O processo está mais

adiantado na Inglaterra e no País de Gales, onde os órgãos de gestão (em que

se incluem os pais) das escolas tomam todas as decisões importantes fora do

contexto curricular.



5) Como participar da vida escolar dos filhos

Há algumas atitudes que podem ser tomadas diariamente pelos pais,

sem maiores sacrifícios ou custos, no que diz respeito à participação na

educação dos filhos – que deve ir muito além do comparecimento à escola

quando chamados ou do simples acompanhamento do dever de casa, que às

vezes se resume à assinatura na agenda.

a) Fale sempre bem da escola. Se ela tem problemas, discuta-os

com ela, não com seu filho. Ele precisa de uma expectativa

positiva em relação à vida escolar, para não se desestimular.

b) Quando seu filho estiver de saída para a escola, abrace-o,

deseje-lhe que aprenda coisas boas, que faça amigos, que tenha

sucesso.

c) Quando seu filho chegar da escola, procure saber como foi o seu

dia, o que ele aprendeu, como se relacionou com o professor,

com os colegas, com outras pessoas.

d) Procure conhecer o professor de seu filho e, se julgar necessário,

passe-lhe informações importantes sobre a criança.

e) Se seu filho teve nota baixa, não espere ser chamado. Vá você

mesmo à escola e procure saber o que está acontecendo.

f) Procure manter com o professor de seu filho uma relação de

respeito, consideração, solidariedade, carinho e, sobretudo, de

cumplicidade na tarefa comum de formar um cidadão.

g) Crie o hábito de observar o material escolar de seu filho. Elogie,

nunca se esqueça de valorizar o que considerar positivo, em vez

de só criticar o que considera negativo.

h) Quando seu filho estiver com dificuldades, procure saber o que

está acontecendo, localize o problema, compartilhe-o com a

escola. Procure não se omitir ou julgar. Seja solidário.

i) Comente com seu marido ou mulher, com tios e avós, os êxitos

escolares de seu filho, por menores que sejam, a fim de que

todos possam parabenizá-lo e reforçar sua auto-estima, seu

autoconceito, sua autoconfiança.



Se falta tempo durante a semana, por causa do trabalho, aproveite o fim

de semana para dedicar algumas horas a seus filhos. Uma que seja, porque é

melhor uma hora bem aproveitada do que oito mal aplicadas.

Crie histórias com eles ou peça que eles as criem, mesmo que fiquem

curtas ou comecem pelo fim.

Desenhe histórias. Para criar imagens e ilustrações não é preciso ter

jeito para o desenho. Serve qualquer pincel, tinta, cola, recorte de jornais.

Monte uma pecinha de teatro. Faça com que seu filhos cantem. Deixe

que ajudem a compor os personagens e os cenários. Permita que cada um

interprete de modo pessoal seu papel na peça, deixando que perceba sozinho

traços mais sutis do personagem. Permita que dance e invente novas maneiras

de se comunicar. Não devemos nos preocupar com a repetição exata das

palavras se as crianças forem muito pequenas.

Use e abuse do teatro de sombras, de bonecos.

E, sobretudo, leia histórias. Isso contribui para a criança compreender a

função da escrita e da leitura.

6) O trauma da mudança de ciclo (4ª para 5ª, 8ª para Ensino Médio)

Apesar da fusão dos cursos primário e ginasial no antigo Primeiro Grau,

em 1971, e da mudança de nome deste para Ensino Fundamental, em 1996, o

ciclo básico de educação ainda sofre solução de continuidade.

No Ensino Fundamental, da 1ª à 4ª série, o aluno tem no máximo dois

professores. Da 5ª à 8ª, passa a ter seis. E, no Ensino Médio, por força do

aumento das matérias, a quantidade chega a dez ou mais.

O primeiro trauma ocorre na passagem da 4ª para a 5ª série. A

professora quase exclusiva, chamada de tia, se multiplica e não quer mais

receber esse tratamento familiar. A relação passa a ser profissional e os

conteúdos se aprofundam.

O segundo trauma é a passagem da 8ª séria para o Ensino Médio. A

cada dia, os alunos entram mais novos nesse ciclo e, portanto, ainda imaturos.

Mas a maioria dos professores quer recebê-los já prontos, com exigências de

organização e de rapidez de raciocínio que nem sempre eles apresentam, pela

falta de idade e pelas deficiências do Ensino Fundamental.

Diante das dificuldades, o aluno tende a abandonar os estudos, por falta

de orientação da escola e da família. Ambos acham que o aluno já pode ser

independente, mas ele ainda precisa de atenção.

A angústia e insegurança comuns nos adolescentes são agravadas pela

necessidade de tomar uma decisão prematura quanto ao futuro profissional,

porque é a fase em que ele precisa decidir se deve escolher uma carreira nas

áreas de ciências humanas, exatas (tecnológicas) e biomédicas.

Não é hora de abandoná-lo à própria sorte. Pelo contrário, é hora de

estimular potenciais, de dar oportunidades educativas, de desenvolver valores

para que ele possa saber avaliar situações, fazer escolhas e tomar decisões.

7) O dever de casa é necessário ou dispensável?

O dever de casa é um dispositivo pedagógico, que deve fazer parte do

planejamento escolar assim como os conselhos de classe, os conteúdos

curriculares e as provas, os trabalhos e os exercícios.

É também uma forma de controle da atuação dos pais, pela qual se

pode medir o acompanhamento doméstico da educação dos filhos. Deve até

valer nota, para que seja encarado como um complemento educacional, e não

apenas como uma tarefa burocrática.

É uma forma de relacionamento da escola com a família, porque mede o

tempo dos pais dedicado à educação dos filhos. Só não deve ser usado como

compensação do pouco tempo da carga horária, como uma muleta para as

dificuldades estruturais da escola.

Mas o assunto é polêmico. Concebido como política/prática curricular e

pedagógica visando a estender o tempo de aprendizagem e ajudar os

estudantes a superar suas dificuldades acadêmicas, é nas camadas mais

pobres da população, atendidas pela escola pública, que enfrenta mais

problemas. As professoras reclamam da falta de cooperação das mães quando

a criança não leva o dever de casa feito. As mães se frustram quando seu filho

não sabe fazer o dever e elas não têm tempo ou conhecimento para ajudar:

pensam que a criança não aprendeu porque não prestou atenção à aula ou que

a professora não ensinou direito. As crianças apelam para a ajuda de tias,

vizinhas, irmãs ou irmãos mais velhos. Temem ficar de castigo no recreio,

fazendo as tarefas de casa, e, sobretudo, ficar sem lanche,

O dever de casa depende não apenas da ajuda da família, mas,

sobretudo, do planejamento pedagógico. Tanto pode ser concebido como uma

atividade que requer supervisão dos pais quanto como uma tarefa que deve ser

feita com autonomia.

8) Professores auxiliares e monitores

Em alguns casos, por razões que vão desde a pobreza absoluta até as

situações de desestruturação familiar, as crianças acabam por não conseguir

cumprir suas obrigações escolares e ficam em desvantagem em relação aos

colegas. Algumas famílias, mesmo economicamente desfavorecidas,

conseguem contratar uma pessoa da própria comunidade, a chamada

“explicadora”, que dá aulas particulares a um grupo, e não individualmente,

como os professores particulares das camadas mais favorecidas.

Algumas direções estimulam os alunos a fazerem o dever de casa na

própria escola, fora do horário, com a ajuda de professores ou alunos

monitores. Ou, o que é ainda melhor, há escolas que organizam grupos de

apoio, com professores auxiliares ou alunos de séries mais avançadas, que

visitam regularmente as crianças com baixo desempenho e as ajudam nas

tarefas, em verdadeiras aulas de reforço domiciliares. São os chamados

orientadores, que ajudam os alunos, individualmente ou em grupo, numa

atitude comunitária em benefício do sucesso escolar de todas as crianças da

escola.

9) Programas de leitura

O hábito da leitura é uma ferramenta fundamental para o ser humano

desenvolver-se e integrar-se socialmente. É preciso lançar mão de diversos

recursos que despertem o desejo de ler. O computador e a internet podem se

transformar em aliados importantes, desde que acesso a eles esteja

acompanhado e orientado pelos responsáveis pela criança, como qualquer

outra ferramenta.

A criança entende o mundo e interage com ele por meio das linguagens.

A leitura oferece diversas oportunidades de ampliar o conhecimento do

passado, do presente e do futuro.

Na literatura infanto-juvenil, as histórias, os animais, as situações

mágicas colaboram para o desenvolvimento das linguagens e favorecem o uso

das diferentes formas de expressão vinculadas ao afeto, sentimento de

solidariedade e aspecto lúdico. Isso acontece quando criamos um ambiente

favorável à leitura por meio da multimídia (livros, revistas, gibis, jornais, rádio,

TV etc), necessidade cada vez maior para o desenvolvimento da leitura e da

escrita.

O hábito e o prazer da leitura começam cedo, com o exemplo dos

adultos que rodeiam a criança, que é definitivo, com o ambiente em casa, na

creche, na escola, na comunidade.

O livro deve ser um ponto de referência constante no lar, na escola, na

comunidade.

10) O compositor me disse

O cantor e compositor Gilberto Gil, atual ministro da Cultura, tem um

verso, na música “Aquele abraço”, que resume simbolicamente o papel da

educação.

“Meu caminho pelo mundo, eu mesmo traço

A Bahia já me deu régua e compasso”

O caminho pelo mundo é o nosso projeto de vida, o sonho que

pretendemos realizar, a profissão que decidimos abraçar. A régua é o

instrumento que une dois pontos, o ser e o querer ser, o que somos e o que

queremos ser na vida. O compasso é o instrumento usado para se traçar o

círculo, o símbolo da totalidade, do cumprimento da trajetória estabelecida. E a

Bahia é a educação, que, mesmo com todos os seus problemas, ainda é o

único meio de traçar nosso rumo em direção a uma vida digna e feliz.

Seminário “A escola e a família”

As questões apresentadas neste livreto e outras de igual importância

foram debatidas em 9 de agosto de 2007 no seminário “A escola e a família”,

promovido pela Fundação Escola do Serviço Público (Fesp), do Governo do

Estado do Rio de Janeiro, em parceria com o jornal “Extra”.

Por que discutir o relacionamento escola/família/comunidade? Pesquisa

feita pelo Ibope em novembro de 2006 com pais e responsáveis por alunos de

escolas públicas municipais e estaduais do Estado do Rio revelou que:

•81% concordam com provas de avaliação externa das escolas, como a

Prova Brasil;

•71% não tiveram qualquer informação sobre o desempenho das escolas;

•96% dos pais demonstraram interesse em receber essas informações;

•96% acham que deve haver avaliação de desempenho dos professores;

•68% acham que os professores deveriam ganhar de acordo com o

mérito ou a qualidade do desempenho;

•72% acham que os diretores deveriam poder demitir os professores que

não tivessem desempenho de acordo com as exigências da escola.

Baseada nessas e outras informações, a Fesp idealizou o seminário com

especialistas no assunto.

A família está esquecida no contexto educacional e precisa que seu

papel seja valorizado, devido à importância estratégica, principalmente na

educação infanto-juvenil.

Pesquisa feita pelo Ministério da Educação aponta uma relação clara

entre o nível socioeconômico dos pais e a capacidade deles de acompanhar a

vida escolar dos filhos. A tão propalada integração da escola com a

comunidade precisa ir muito além do mutirão de pais para pintar a escola.

Acompanhar as notas, os trabalhos, o currículo escolar e o dever de

casa parece ser tarefa muito complexa para a grande maioria dos pais de

alunos de escolas públicas. Isso acontece porque 66% deles não completaram

o Ensino Fundamental e 73% ganham até três salários mínimos.

Ao mesmo tempo, a cobrança de pais preocupados com o futuro dos

filhos nem sempre é bem recebida por diretores e professores.

Estudos feitos pela Universidade de Lyon II, na França, apontam alguns

comportamentos familiares que tendem a trazer bons resultados na vida

escolar das crianças, independentemente de classe social. As famílias

pesquisadas têm pais ou responsáveis que estimulam as crianças a ler e a

escrever histórias e que perguntam freqüentemente sobre o que elas estão

estudando.

Mesmo que não compreendam tudo o que os filhos fazem na escola,

não demonstram vergonha de se sentir inferiores e os escutam, prestam

atenção no que eles estão aprendendo e demonstram grande interesse pelas

atividades escolares dos filhos.

Esses pais evitam transmitir frustrações e experiências dolorosas que

podem ter acontecido na época em que freqüentavam a escola, além de

desenvolver uma relação familiar afetiva que valoriza o conhecimento para a

solução de problemas do dia-a-dia.

O sucesso escolar depende de uma série de ações dos pais e

responsáveis, que devem trabalhar e lutar a favor da educação em todos os

sentidos: o ingresso, o regresso, em caso de evasão, a permanência e o

sucesso.

Existem excelentes ferramentas para ajudar as crianças e os jovens a

melhorar o desempenho na leitura e na língua portuguesa: o dicionário e as

palavras cruzadas. Ler com o dicionário ao lado é uma ótima forma de

melhorar o vocabulário, porque ajuda a fixar e a entender os diversos

significados de cada palavra.



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