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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Superação da família nuclear cria novos modelos de relacionamento



JULIANA VINES DE SÃO PAULO



Não há árvore genealógica que dê conta de explicar famílias com vários divórcios, novos casamentos, meio-irmãos e agregados.

Essas famílias, cada vez mais comuns nas estatísticas, não são nada parecidas com aquelas do comercial de margarina.

"O conceito de família nuclear (com pais e filhos na mesma casa) não é mais suficiente. Há arranjos domésticos sem nenhum padrão", diz a socióloga Elisabete Bilac, do Núcleo de Estudos Populacionais da Unicamp.

As mudanças aconteceram nas últimas três décadas. Nos anos 1980, 70% das famílias eram nucleares. Hoje, menos da metade é assim.

Se a "família margarina" está cada vez mais rara, as monoparentais (com apenas pai ou mãe) são as que mais crescem. Efeito prolongado da popularização do divórcio, dizem especialistas.

Também são mais comuns os casais que decidem não ter filhos. Em inglês, são chamados de casal Dink, sigla para dupla renda sem filhos ("double income no kids"). No Brasil, já são 17% do total, segundo o IBGE.

"É uma grande mudança em pouco tempo", diz José Eustáquio Alves, demógrafo da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE. "Houve uma inversão demográfica. Temos menos filhos, demoramos mais para tê-los e vivemos mais."

Isso somado às novas formas de relacionamentos deu origem a famílias diferentes do padrão tradicional.

Mônica Fontes, professora, 33, e Thiago Fernandes, publicitário, 34, são um casal LAT ("living apart together", ou vivendo juntos separados). São casados, não no papel, têm um filho de 5 anos e vivem em casas separadas.

"Meu filho pergunta por que estamos separados e nos beijamos, e os pais dos amigos dele estão separados e não se beijam", conta a mãe.

Não é uma escolha do casal. Com tantas mudanças de emprego e de cidade, nunca conseguiram morar juntos. Neste ano, enfim, pretendem dividir a mesma casa.

"Vai ser uma mudança radical", diz o pai.


NÃO IDENTIFICADO

De acordo com a terapeuta Cristiana Gonçalves Pereira, do Instituto de Terapia Familiar de SP, não existe uma definição para o termo família.

"Cada um diz quem é a sua família. A definição está no discurso. É isso que vale."

O problema da indefinição está também nas novas formas de relacionamentos afetivos. Isso porque entre o namoro, o noivado e o casamento, há inúmeras possibilidades de relacionamento que não estão no dicionário.

O Facebook já tem nove opções de estado civil, entre elas, amizade-colorida e relacionamento enrolado.
Segundo a antropóloga e colunista da Folha Mirian Goldenberg, a sociedade não consegue acompanhar o ritmo dos relacionamentos.
"Essas relações não são consideradas legítimas. Isso gera um incômodo."

O problema continua em famílias com vários divórcios e "meio-parentes", como ex-tios ou novas avós.

A filósofa Fernanda Carlos Borges, autora de "A Mulher do Pai" (Summus Editorial, 136 págs., R$ 31) está no segundo casamento.

"Sou a mulher do pai. A mãe dos filhos do meu marido é viva e mora com eles. Não sou madrasta e não sou parente das crianças, que direitos e deveres eu tenho?"

Para ela, a falta de nome para esse papel é um sinal de que a relação é mal resolvida.

"Assumimos responsabilidades sem muitas garantias. É fácil surgirem conflitos."

Famílias como a de Fernanda Borges são chamadas de mosaico -quando pais separados se casam novamente e seus filhos convivem mesmo sem ser parentes.

O menino Daniel Mantelatto Gallo, 10, é um dos vértices de um mosaico que, para entender, só desenhando.

Ele é filho único e tem cinco meio-irmãos. Sua mãe, a escritora Fernanda do Valle, 32, é casada há três anos. Seu marido já tinha duas filhas de outro casamento.

O pai de Daniel também já tinha um filho quando ele nasceu e acabou de ter outro. O avô dele se casou de novo, e sua mulher está grávida.

Quando questionado sobre como ele chama as ex-mulheres do seu pai ou então sua nova avó, ele diz: "Pelo nome, ué".

Há quem fale no declínio da instituição familiar. Para a antropóloga Lia Zanotta Machado, da Universidade de Brasília, acontece justamente o contrário.

"Fala-se em declínio porque o principal modelo de vida não é mais o único. Mas a família está mais forte com os diferentes arranjos."

Mesmo comuns, esses novos arranjos ainda causam estranhamento.

"Há um preconceito e um moralismo. A família nuclear ainda é considerada a ideal", afirma Maria Coleta de Oliveira, socióloga da Unicamp.

Quando a locutora Joana Ceccato, 40, solteira, conta que está grávida de gêmeas graças a uma fertilização in vitro, sempre escuta: "Como assim?"

"Todo mundo já ouviu falar, mas nunca viu de perto."

O pai das gêmeas é um ex-namorado de dez anos atrás, que hoje é apenas amigo.

"Ele é meu vizinho e nos damos bem", afirma.

Segundo a terapeuta familiar Flávia Stockler, não importa como os filhos são gerados nem qual o grau de parentesco entre eles, mas como a família lida com isso.

"Qualquer opção pode funcionar ou não. Uma família tradicional pode criar monstrinhos e um casal no segundo casamento pode se sair muito bem", afirma.

Para ela, o que importa é a qualidade do vínculo. "É preciso manter as relações de respeito e o diálogo. Mesmo com brigas ou separações."


DEPOIMENTOS

Eduardo Anizelli/Folhapress

Joana Ceccato e o ex-namorado Christian de Oliveira, o 'Fralda'; ela está grávida dele, por fertilização in vitro

"Sempre quis ser mãe, mas acabei tendo vários casamentos, todos duraram mais ou menos um ano.

Tenho endometriose, é mais difícil engravidar. Acabou nunca dando certo. Então, resolvi convidar um ex-namorado para fazer fertilização in vitro comigo.

Sempre me dei bem com meus ex-namorados.

O pai das gêmeas "é assim que eu digo, ou então chamo pelo apelido mesmo, 'Fralda'" está solteiro. Eu também. Não fomos casados, moramos juntos há mais de dez anos.

Continuamos amigos. É um relacionamento que já tem respeito e carinho, é uma pessoa em quem eu confio.
Quando minhas amigas souberam que eu estava grávida, ficaram emocionadas. Todos sabiam que eu queria muito.
Quem não me conhece, quando sabe, acha estranho.
Já acertamos como vai ser depois que as gêmeas nascerem. Deixamos claro que cada um pode se relacionar com quem quiser.

Moro com um amigo. Não quero criar minhas filhas sozinha. Sei que elas precisam conviver com outras pessoas. Tenho vários amigos e o 'Fralda' quer ser um pai presente."


Daniel Mantelatto, 10, e sua avó, a professora de dança Cristina Vasconcellos, 58

"A única que não foi por esse caminho [de ter vários casamentos] fui eu. Me casei uma vez e me separei, mas minhas filhas se separaram e casaram de novo. Acabo criando um vínculo com os novos maridos e com os filhos deles.

Não os considero como netos, considero como se fossem sobrinhos.

Mas são pessoas da família. Os ex-genros também são da família, apesar de não termos muito contato.

Hoje, não adianta a gente achar que tem que casar e ficar junto para sempre. Não é mais assim. O mundo está diferente.

Todo mundo tem que ter uma segunda chance. Mas não é para casar e descasar várias vezes também.

Acho que o Daniel [o neto] entende isso tudo. Na época em que as mudanças aconteceram, ele sempre perguntava sobre os novos vínculos.
Ele é curioso e tem uma cabeça boa. Gosta de ter família grande. Só acho que, às vezes, fica confuso. Outro dia, teve que fazer uma árvore genealógica na escola e pediu ajuda da mãe. Não sabia se colocava os tios antigos ou os atuais."

Mônica Fontes, 33, Thiago Fernandes, 34, e Guilherme, 5; o filho nunca viu os pais morando na mesma casa

"Faz seis anos que estou com o Thiago. Engravidei com três meses de namoro.

Na época, pensei: 'Não quero morar junto com uma pessoa que não conheço'. Continuamos juntos, mas em casas separadas. Depois que o Guilherme nasceu, toda vez que pensamos em morar juntos, não deu certo. Primeiro, ele foi trabalhar no interior e eu fiquei em São Paulo. Depois, ele voltou, mas acabou sendo demitido.
Ele ficou na casa da mãe dele e eu na casa da minha. Moramos eu, Guilherme, minha mãe, minha avó e minha irmã. Meu filho diz que a família dele é papai, mamãe, vovó, tia e bisavó.
Meus pais são separados e a mãe do meu marido é viúva. Meu filho nunca viu pais morando com filhos na mesma casa. Ele pergunta: 'A vó foi casada com o vô? Não acredito!'.
Pergunta também se eu e o Thiago somos namorados. Ele é meu marido. Acho que passou a ser marido de três anos para cá. Antes era namorado. Mas não somos casados. Neste ano nosso apartamento vai ficar pronto.
Meu filho vai achar esquisito morar só nós três."


http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/865781-superacao-da-familia-nuclear-cria-novos-modelos-de-relacionamento.shtml

Semana Pedagógica




By Roseli Brito .

De fato o ano letivo começa quando inicia a Semana Pedagógica dentro da Escola. Infelizmente muitas não sabem verdadeiramente o que fazer na Semana Pedagógica e outras utilizam este precioso tempo apenas para ficar discutindo longos textos, realizando dinâmicas de motivação, um oba-oba que não acrescenta nada de concreto ao trabalho que deverá ser realizado ao longo do ano.



Mas, o que é a Semana Pedagógica ? Porque ela é importante? Por que a Escola DEVE realizá-la ? Objetivamente falando a Semana Pedagógica é um momento de analisar o que deu e o que não deu certo, ajustar e corrigir o rumo do que deu errado, planejar novas ações para fazer mais do certo e menos do errado, implementar as ações, ou popularmente falando: arregaçar as mangas e fazer acontecer.



Geralmente esta Semana Pedagógica ocorre no mês de Janeiro, logo que os Professores retornam do recesso. Em algumas Escolas ocorrem em 5 dias, outras em 7 a 10 dias. O fato é: não importa se você tem mais ou menos tempo, o que importa é que há assuntos ou temas importantes que não podem deixar de ser discutidos nesse período.



Pauta/Temas da Semana Pedagógica:



. Integração dos Professores novos com todos membros da Equipe (Apoio, Administrativo, etc), bem como o esclarecimento das metas da escola a serem atingidas nesse novo ano



. Análise dos dados do ano anterior (aprovação/reprovação/por sala/turma (índices: ex.IDEB)



. Ajustes no PPP com avaliação e monitoramento das metas estabelecidas



. Desafios enfrentados no ano anterior, com definição de ações /soluções para o novo ano que se inicia



. Calendário escolar e estabelecimento da rotina escolar



. Passagem da turma para o novo Professor (informar as necessidades a serem trabalhadas e progressos já alcançados)



. Planejamento Geral (Plano de Ensino/Projetos/Reforço/Alunos com NEE/Avaliação)



. Formação Continuada: como ela ocorrerá durante o ano



. Avaliação Institucional e da Equipe: informar como ela ocorrerá





Materiais necessários:



. Quadros com índices de aproveitamento por sala/turma



. Quadro de Horário das Aulas



. Calendário Escolar



. Cópias do PPP



. Proposta curricular



. Planos de Ensino





Lembre-se a Semana Pedagógica começa no início do ano letivo, porém só termina quando o ano letivo se encerra. Encare da seguinte forma, o PPP é a bússola que norteará todo o trabalho desenvolvido no ano, e a Semana Pedagógica fornece o grande “itinerário”, dessa jornada.





Por esta razão é de extrema importância logo no início do ano mostrar a toda a Equipe, o resultado, em números, do trabalho que eles estão desempenhando na Escola. Só assim ficará claro que se os resultados apresentados ainda não estão satisfatórios, significa que a Equipe terá que fazer melhor neste novo ano, ou seja, fazer diferente do que estão fazendo até então, e para isso será necessário implantar novas ações, dar importância a capacitação que deve ser constante e fazer parte da rotina da Escola.



Caberá ao Coordenador, juntamente com os demais envolvidos na Equipe Estratégica (Diretor, Vice, Supervisor) elaborar um Programa de Educação Continuada para todos os membros da Equipe, pois é a capacitação dos envolvidos que garantirá que as metas estabelecidas no PPP e compartilhadas na Semana Pedagógica sejam alcançadas.



A Semana Pedagógica tem seus objetivos atingidos quando todos saem dela sabendo que a “sua” parte compõe o “todo”, e que se esse “todo” está “doente” e caminha de modo ineficiente, então cada um deverá mudar. Ficar do mesmo tamanho também já não será mais uma opção, todos deverão crescer, aprimorar-se, fazer o melhor e sair em busca de mais.



Agora você decide: ou fica do mesmo jeito e continua contribuindo para deixar a Escola “doente”, ou aceita o desafio de mudar e trazer a “cura”.



Então, o que vai ser ?

http://www.sosprofessor.com.br/blog/?p=303

PILARES DA INFÂNCIA

Criatividade é tudo. Depois de mergulhar no universo infantil em sete países da América Latina, a Nickelodeon divulga os resultados da pesquisa Geração 5.0 – Os Novos Pilares da Infância, que revela a relação das crianças com os cinco temas mais marcantes de suas vidas: Atividade Física, Alimentação, Sustentabilidade, Diversidade e Criatividade.




Esta última liga todos os outros e cultivá-la deve ser a base da educação para a construção de pessoas flexíveis, capazes de dar soluções originais para velhos problemas.



Você sabe como seu filho e seu aluno encaram tudo isso? Agora, a gente sabe. Veja:



A Geração 5.0 consome mais, come mais junk food, fica mais em casa, pratica menos atividade física, preocupa-se com o meio ambiente e usa tecnologia para tudo. É um universo bem complexo, não? Para falar com as crianças de hoje é preciso fazer diferente, encontrar caminhos alternativos, criar. Estamos no rumo certo.



De acordo com a pesquisa, pais e filhos de todos os países se declaram abertos à diversidade de etnias, religiões, classes sociais, condições físicas etc. e preferem marcas que cuidam do meio ambiente. E 84% das mães concordam que estimular a criatividade das crianças é extremamente importante (seja em casa, com trabalhos manuais, jogos, desenhos, leitura, na escola, online ou offline) para um futuro melhor.



Esse texto faz parte do Blog da Pritt, que está com a campanha “Criatividade é o que se usa para construir pessoas”, da qual eu sou embaixadora. Quer conhecer mais? Clique aqui.

http://www.coisademae.com/2011/01/voce-conhece-bem-a-geracao-5-0/

PRIMEIROS DIAS





Para o primeiro dia de aula, você pode receber os alunos com cartazes de boas-vindas com mensagens ou confeccionar cartões para distribuir as crianças.


Veja algumas mensagens de boas-vindas:

As aulas voltaram e a alegria da nossa escola é ter você aqui conosco.

Seja bem-vindo à nossa escola!Um grande desafio espera por você. Que bom que você veio!

É bom ter você aqui. Sua presença nos deixa muito feliz!

Bom retorno a todos!

Aqui todos esperam por você. Como é bom ter você aqui novamente!

Um cartão fácil de confeccionar pode ser feito de papel sulfite colorido em formato de balão, na frente você escreve o nome do aluno e na parte de trás você escreve a mensagem. Depois é só colar um barbante ou fita colorida.

Veja o http://picasaweb.google.com/ProfessoraGlauce/ApostilaDeAtividadesParaOInCioDasAulas#5427140307356196578


Atividade 1 QUEM SOU EU...

QUAL É A CARA?


PALHAÇO TEM CARA DE AQUARELA,

ESCULTURA TEM CARA DURA,

FILHO, A CARA DOS PAIS.

CARAMBOLA TEM CARA DE ESTRELA,

O AR TEM CARA INVISÍVEL,

GÊMEOS, CARAS IGUAIS.

DISCO TEM CARA DE BOLACHA,

JABUTI TEM CARA ESCONDIDA,

CARACOL, CARA ENROLADA.

MÁSCARA TEM CARA DOS OUTROS,

PAPAI NOEL TEM CARA BARBUDA,

FOTOGRAFIA, CARA PARADA.



E VOCÊ, COMO É? DESENHE VOCÊ AQUI:

ESCREVA AQUI COMO VOCÊ É:

__________________________________________________

__________________________________________________

__________________________________________________

_________________________________________________



2. Atividade: Quem é minha família?



E SUA FAMÍLIA, COMO É? DESENHE SUA FAMÍLIA.





3. Atividade: Como eu sou?



QUE TAL AGORA FAZERMOS UMA VIAGEM PARA DENTRO DE VOCÊ? DESENHE OU ESCREVA:



O QUE EU MAIS GOSTO EM MIM:______________________________________



O QUE EU NÃO GOSTO EM MIM:_______________________________________



4.Atividade: Como eu me sinto?



O QUE DEIXA VOCÊ MAIS FELIZ? DESENHE.

O QUE MAIS DEIXA VOCÊ:

TRISTE.........................................................................................

COM RAIVA.................................................................................





5.Atividade: Quais são minhas preferências?



ESCREVA SEUS PREFERIDOS:



UM BRINQUEDO:_______________________

UMA COR:__________________________

UMA COMIDA:______________________

UMA ROUPA:______________________

UM ESPORTE:_____________________

UMA MÚSICA:______________________

UM AMIGO:_______________________

UMA BRINCADEIRA:_________________________

UM NÚMERO:______________________

UM NOME:________________________

UMA FLOR:_________________________

UM VÍDEO:________________________

UM DIA DA SEMANA:___________________

UM PASSEIO:______________________

http://diariodaprofaglauce.blogspot.com/






O Nome da Gente


Pedro Bandeira





Eu não gosto

do meu nome

não fui eu

quem escolheu.

Eu não sei

porque se metem

com um nome

que é só meu!







O NENÊ

que vai nascer

vai chamar

como o padrinho

vai chamar

como o vovô

mas ninguém

vai perguntar

o que pensa o coitadinho





Foi meu pai quem decidiu

que o meu nome fosse aquele

Isso só seria justo

se eu escolhesse

o nome dele.





Quando eu tiver um filho,

Não vou pôr nome nenhum.

Quando ele for bem grande,

ele que escolha um !



Pense e responda.



1º) Quem escolheu seu nome?



____________________________________________________________________________


2º) Você gosta do seu nome?



( ) Sim

( ) Não



Por que você escolheu essa resposta?

____________________________________________________________________________


3º) Se pudesse mudar seu nome, qual escolheria? Por quê?

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http://professoressolidarios.blogspot.com/2011/01/o-nome-da-gente-de-pedro-bandeira.html


Dinâmica do Nome


Objetivo: Esta dinâmica propõe um "quebra gelo" entre os participantes. Ela pode ser proposta no primeiro dia em que um grupo se encontra. É ótima para gravação dos nomes de cada um.

Desenvolvimento: Em círculo, assentados ou de pé, os participantes vão um a um ao centro da roda (ou no próprio lugar) falam seu nome completo, juntamente com um gesto qualquer . Em seguida todos devem dizer o nome da pessoa e repetir o gesto feito por ela. Variação: Essa dinâmica pode ser feita apenas com o primeiro nome e o gesto da pessoa, sendo que todos devem epetir em somatória, ou seja, o primeiro diz seu nome, com seu gesto e o segundo diz o nome do anterior e gesto dele e seu nome e seu gesto... e assim por diante. Geralmente feito com grupos pequenos, para facilitar a memorização. Mas poderá ser estipulado um número máximo acumulativo, por exemplo, após o 8º deve começar um outro ciclo de 1-8 pessoas.





Dinâmica: Recreio com cores





Objetivo: Interação entre os colegas

Preparação: A docente prepara cartões coloridos de acordo com o número de alunos. Exemplo: 04 cartões de cada cor – azul, amarelo, verde, vermelho, branco e laranja para distribuí-los aleatoriamente entre 24 crianças.

Desenvolvimento: Propõe um recreio diferente: " Hoje vocês passarão o recreio com os(as) coleguinhas que receberem a mesma cor do cartão que cada um de vocês receberá. É uma oportunidade de nos conhecermos melhor ainda. Será um recreio colorido, diferente e, no retorno, conversaremos sobre as experiências de cada grupo." A professora distribui os cartões e solicita que antes de saírem para brincar e lanchar, que se organizem nos grupos e conversem sobre a cor recebida (o que ela simboliza para cada um, o que existe nessa cor...)A reflexão após o recreio é de extrema importância para a construção de alguns valores.





Dinâmica: do 1, 2, 3

Objetivo: Quebra-gelo na volta às aulas

Procedimentos: 1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil. 2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente. 3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar. 4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que dêem uma "reboladinha". A situação fica bem divertida.



Dinâmica: O presente

Objetivo: Adaptação dos alunos na volta às aulas.

Preparação: Os alunos devem sentar-se em círculo. Cada um vai passar o presente para quem acha que corresponde às qualidades ditas. A professora deve preparar uma caixa bonita de presente, sem contar aos alunos, o que tem dentro. O presente é composto de balas que serão distribuídas para todos os alunos da classe. Desenvolvimento: 1- Geralmente o professor inicia a brincadeira, passando para um (a) aluno(a), dizendo:- Este presente está abençoado! Passe-o para a pessoa que você acha mais BONITA. 2- Parabéns! Pena que sua BELEZA não fará que o presente permaneça com você. Passe-o para quem você acha mais ALEGRE no momento. 3- Parabéns! Pena que o presente ainda não ficará com você. Você está demais! Mesmo assim, passe o presente para quem você acha mais CHIC. 4- Você está com a bola toda, menos com o presente. Passe-o para a pessoa mais INTELIGENTE. 5- Como você é inteligente! Logo deve saber que o presente ainda não é seu. Passe-o para quem você acha mais EXTROVERTIDO(A). 6- O que será que tem aí dentro? Pena que você ainda não vai saber! Passe-o para quem você acha mais VAIDOSO (A). 7- Vaidade não é qualidade, nem defeito. Você ainda não foi eleito. O presente não é seu, talvez será de quem você ache mais TÍMIDO (A). Entregue o presente para ele (a). 8- Poderia ser seu, se não houvesse entre nós uma pessoa mais DEDICADA a tudo que faz. Dê o presente a ela 9- Você é muito dedicada, porém saberá reconhecer que há uma pessoa SIMPLES e HONESTA nesta sala. Entregue o presente a ela. 10- Com tanta HONESTIDADE, você saberá reconhecer que todos queriam o presente. Portanto, você não vai querê-lo só para você. Abra-o e distribua a TODOS OS COLEGAS.





Dinâmica: Pense bem

Objetivos: Não fazer com os outros aquilo que não gostaríamos que fizessem conosco; mostrar que, às vezes, exigimos coisas de outras pessoas que nem mesmo nós somos capazes ou gostaríamos de fazer.

Desenvolvimento: Em círculo cada pessoa irá receber um papel e escrever seu nome. Misturar todos e pegar aleatoriamente (não pode ser o próprio). Escrever o que gostaria que a pessoa, a qual está o nome em cima, fizesse no centro do círculo. Na hora em que a pessoa ler o que escreveu, o animador avisa que é a pessoa mesmo que escreveu que irá fazer...





Dinâmica do Amor

Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.

Procedimento: Para início de ano ler o texto ou contar a história do "Coração partido":- Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito, pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho."

Desenvolvimento: Após contar o texto distribuir um recorte de coração (sulfite rosa dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante, Canção da América ou outra.
 
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lembranças para professores e crianças



















Decorando a sala e tendo ideias